Peticionários "Pela Salvaguarda das SETE FONTES"

Este blogue foi criado após o debate "E Depois da Petição?", realizado a 4 de Dezembro de 2010, no Instituto da Juventude, em Braga.
O Movimento de Cidadãos que promoveu a Petição apresentada na Assembleia da República em Maio de 2010, de que resultou uma Recomendação ao Governo tendo em vista a classificação das Sete Fontes bem como a definição da respectiva ZEP em Diário da República, organizou este espaço de divulgação tendo como meta a Salvaguarda do Complexo das SETE FONTES.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

SUSPENSÃO PARCIAL DO PDM DE BRAGA - Suspende o PDM na ZEP das Sete Fontes

A publicação do Aviso nº 2542/2014, publicado no Diário da República de 18 de fevereiro, suspende finalmente o PDM de Braga e Consequentes Medidas Preventivas para a Proteção e Salvaguarda do Sistema de Abastecimento de Água do séc. XVIII, classificado como Monumento Nacional.

A suspensão do PDM na ZEP das Sete Fontes é uma reivindicação antiga dos Peticionários e de outras organizações preocupadas com o futuro das Sete Fontes, pelo que louvamos a atitude do executivo municipal.
Será tardia? Sem dúvida!
Se esta medida tivesse sido adotada uns anos antes, muito provavelmente o hospital não teria sido construído nas Sete Fontes e a área de proteção ao Monumento Nacional seria mais alargada. 

Os estudos hidrogeológico e arqueológico irão ajudar a perceber se    a construção do hospital teve, ou não, impacto no Sistema Hidráulico Setecentista e mesmo em estruturas mais antigas e, também, na água que lá corre.  
Uma vez que o PDM em vigor estabelecia, para a área da ZEP do Sistema Hidráulico, mais urbanizações e ainda a variante à EN 103, e que os Termos de Referência do Plano de Pormenor elaborado pelo anterior executivo consideravam como condicionante os direitos adquiridos por quem comprou terrenos nas Sete Fontes, não havia outra solução a não ser suspender o PDM nessa zona do território concelhio.

Foram criadas condições para a elaboração de um Plano de Pormenor e Salvaguarda que tenha como preocupação salvar o Monumento Nacional e a água que suporta. 
Uma solução tão simples, mas que implicava vontade política para defender o Complexo das Sete Fontes.

Correio do Minho - 07.02.2014



segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

TRÊS DECISÕES INDISPENSÁVEIS À SALVAGUARDA DO COMPLEXO DAS SETE FONTES

Pouco a pouco, o vereador do Pelouro do Património, do Planeamento, Ordenamento e Urbanismo, anuncia decisões políticas  que criam condições para  a salvaguarda e valorização do Complexo das Sete Fontes: 
  • Suspensão do PDM na área da ZEP do Sistema Hidráulico de Abastecimento de água à cidade de Braga, no séc. XVIII;
  •  Elaboração de um Plano de Pormenor e Salvaguarda, conforme definido na Lei do Património (Artº 53º);
  • O fim da variante à EN 103 atravessando o MN. 


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

COMUNICADO - "As eleições autárquicas e as Sete Fontes"

Todas as candidaturas à Câmara Municipal de Braga mencionam como sendo um dos seus objetivos a valorização das Sete Fontes, designadamente, prevendo um Parque Eco-Monumental. A conservação das Sete Fontes passou assim a ser um projeto transversal a todas as forças políticas autárquicas. 
Abrir hiperligação em outro separador
Podem assim os peticionários que lutaram pela classificação das Sete Fontes descansar? Pode ser que sim? Pode ser que não. Em primeiro lugar porque, por norma, em Portugal as promessas eleitorais não se cumprem e os manifestos das candidaturas são atirados para o Arquivo Morto. Depois, porque sabemos de fonte oficial que o atual executivo da Câmara Municipal de Braga mantém, nas reuniões da comissão de acompanhamento da Revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) de Braga, a proposta da criação de novas ruas, nomeadamente da variante à EN 103, atravessando o Monumento Nacional, bem como urbanizações no interior da Zona Especial de Proteção das Sete Fontes.
Relembramos ao futuro executivo municipal e respetivo presidente, a quem os bracarenses irão delegar no próximo domingo os destinos do território concelhio, que o Complexo das Sete Fontes é Monumento Nacional, é património comum e constitui uma mais valia para o desenvolvimento do concelho. Como tal, as opções para essa área deverão ter em vista o usufruto comum, a melhoria da qualidade de vida, o Turismo e... resultar de debate público, ouvindo os bracarenses. 





quarta-feira, 26 de junho de 2013

COMPLEXO DAS SETE FONTES - pedido de esclarecimento à DRCN


Recebemos recentemente esta foto alertando para o risco resultante do estado de abandono de um buraco escavado junto à Mina dos Órfãos, inicialmente protegido por rede, mas que entretanto foi deslocada na sequência do enchimento repetido por água das chuvas, a que se seguiu a derrocada do talude de suporte!     

Em abril, quando nos apercebemos que um buraco tinha sido escavado numa zona sensível do Complexo das Sete Fontes, procurámos saber o que se passava e obtivemos  a seguinte informação:
  • trata-se de um reservatório para recolha de água e enquadra-se nos estudos em curso da responsabilidade da Universidade do Minho (UM);
  • foi realizado em presença dos responsáveis pelos estudos hidro geológico e arqueológico (UM), bem como de técnico da Câmara Municipal de Braga.
Na sequência do alerta fizemos uma visita ao local e ficámos, mais uma vez, preocupados.
Um curto período de chuva foi o suficiente para encher um reservatório com cerca de dois metros de altura e cerca de 7 x 2m de base, arrastar o talude artificial com cerca de 1 m de altura e afundar a vala que segue para jusante no sentido das estruturas subterrâneas do Sistema Hidráulico Setencentista e, mais abaixo, das minas Gémeas!
No sentido de perceber qual a solução para as ocorrências verificadas, contactámos a DRCN. Aguardamos resposta.




quarta-feira, 29 de maio de 2013

CAMINHADA ÀS SETE FONTES - dois anos após classificação como monumento nacional

A caminhada promovida pela Junta de freguesia de S. Vitor, no dia 26 de maio, contou com apoio por parte de organizações amigas das Sete Fontes e a presença de representantes de partidos políticos que têm desencadeado esforços no sentido da defesa deste monumento nacional.
Foi mais um momento de alerta para o estado de abandono e degradação em que se encontra o monumento, mas também de divulgação junto dos bracarenses que assim tiveram a oportunidade de conhecer património concelhio de importância nacional. Património que a autarquia tem ignorado ao longo dos anos!
Desta vez foram muitas as pessoas que aderiram à iniciativa por curiosidade, para conhecerem o tão falado monumento nacional. Caso polémico, sem dúvida, face às opções assumidas pelo executivo municipal. O certo é que os bracarenses estão cada vez mais atentos e interessados na defesa do património e nas Sete Fontes em particular.
A visita às minas foi demorada, pois era tanta gente e tão poucos a poderem entrar de cada vez, que foi necessário esperar. A admiração foi grande face à força da água no interior das minas e a frase mais ouvida foi "valeu a pena"!
O texto publicado no Diário do Minho, na véspera, foi alvo de atenção e conversa durante  a visita.







sábado, 25 de maio de 2013

SETE FONTES - faz hoje dois anos como monumento nacional

A falta de um caderno de encargos e de compromisso por escrito sobre medidas preventivas a adoptar tendo em vista a manutenção da integridade e a salvaguarda do Complexo e área envolvente, mantém a incerteza quanto às intenções anunciadas.
Para quando a apresentação pública e votação, em Assembleia Municipal, da ALTERAÇÃO ao "Plano de Pormenor de sete fontes" - Termos de Referência", incluindo as afirmações proferidas pelo Vereador no debate do dia 18 de abril? 


Diário do Minho - 25.05.2013

sábado, 4 de maio de 2013

DEPUTADA DO PCP QUESTIONA O GOVERNO...

Carla Cruz, deputada do PCP por Braga, verificou no terreno o estado de abandono a que está sujeito o Complexo das Sete Fontes e questionou o Governo.


segunda-feira, 1 de abril de 2013

LIXEIRA NO COMPLEXO DAS SETE FONTES


Numa visita realizada ao Complexo das Sete Fontes, no dia 7 de fevereiro deste ano, deparámo-nos com lixo doméstico espalhado nos terrenos adjacentes à Mina de Xedas, entre a Rua Nuno Morais e a Rua dos Sapatelos!
Informámos a AGERE e solicitámos a remoção do lixo  e a limpeza do terreno, bem como uma fiscalização atuante, de modo a evitar que esta falta de civismo se repita no monumento nacional.

Não obtivemos resposta!


No dia 23 de março voltámos ao local e verificámos que a quantidade de lixo aumentou!
De novo informámos a AGERE, que nada fez!